TENHAM MEDO CALOIRAS...MUITO ME DO .... É O VOSSO SANGUE QUE CORRERÁ...
Quarta-feira, Dezembro 16, 2009
MADREDEUS - Música Celta - instrumental da tuna com a FILIPA a tocar Gaita de Foles
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Celta Tomar Filipa Gaita de Foles
CASA MEMORIA LOPES-GRAÇA EM TOMAR
A Câmara Municipal Tomar presta homenagem a Fernando Lopes-Graça, com um programa comemorativo que se desenvolve entre 12 a 17 Dezembro. O ponto alto das comemorações será a inauguração, no dia 13 de Dezembro, da Casa Memória Lopes-Graça, onde estarão presentes certidões de nascimento do músico, obras, partituras e peças ligadas à sua vida.
Concertos, saraus, lançamento de uma banda desenhada e inauguração da Casa Memória Lopes-Graça são algumas das actividades agendadas para recordar uma das personalidades culturais portuguesas mais marcantes do século XX.Fernando Lopes-Graça nasceu em Tomar a 17 de Dezembro de 1906, na casa agora convertida em Casa Memória – onde, neste programa de homenagens, será ainda possível ouvir a música do compositor tal como assistir a filmes, documentários sobre a sua vida e obra. A Casa Memória irá funcionar em parceria com os Lagares D’El Rei, onde se realizarão pequenos concertos recordando a música do artista.
Texto: Câmara Municipal de Tomar
SÓ IREMOS POR ONDE TEMOS QUE IR... (ESPERO QUE PARA SEMPRE)
CÂNTICO NEGRO
“Vem por aqui” – dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que os ouvisse
Quando me dizem: “vem por aqui”!
Eu olho-os com olhos lassos,
( Há, nos meus olhos, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali…
A minha glória é esta:
Criar desumanidades!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe.
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam os meus próprios passos…
Se o que busco saber nenhum de vós responde,
Por que me repetis: “vem por aqui”?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí…
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois, sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas, e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?…
Corre, nas vossas veias, sangue velhos dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos…
Ide! tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátrias, tendes tetos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios.
Eu tenho a minha Loucura!
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios…
Deus e o Diabo é quem me guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: “vem por aqui”!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou…
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou,
- Sei que não vou por aí!
José Régio – Antologia, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985, p. 31 – 3
Terça-feira, Dezembro 15, 2009
historial
Historial
Tuna Cavaleiras de Sellium do Instituto Politécnico de Tomar
O gosto pela música, e a vontade de dignificar a Cidade e o Politécnico de Tomar, tal como o traje académico fez surgir a ideia de uma tuna feminina.
Assim no ano de 2001, um grupo de amigas que ensaiava nas escadas da biblioteca, conseguiram alcançar o “estatuto” de tuna quando subiram a palco pela primeira vez, no dia 18 de Outubro, data que ficou como sendo o nosso aniversário.
O nome da Tuna Feminina Cavaleiras de Sellium do Instituto Politécnico de Tomar, foi escolhido com o intuito de demonstrar as inúmeras facetas históricas da Cidade de Tomar.
Em que “Cavaleiras” é em relação à história mítica dos cavaleiros do templo, mas também é um nome alusivo às cavaleiras das lezírias ribatejanas, em que o nosso traje académico foi buscar a inspiração.
Por outro lado “ Sellium, era o nome pelo qual a Cidade de Tomar era conhecida na época romana.
Parece antagónico misturar nomes que representam épocas tão distintas, mas estas demonstram a importância intemporal da nossa Cidade, sendo este o espírito desta tuna, dignificar e criar laços.
No nosso símbolo está bem patente o laço com a nossa Cidade, em que temos o Castelo de Tomar, que fora construído por cavaleiros do templo com as pedras de “Sellium”.
Esta Tuna já tem muitas histórias para contar, de muitas viagens que fez, e o que prevalece é a vontade de continuar.
Representativo disto é o Festival de Tunas Femininas do Instituto Politécnico de Tomar “Sellium”.
“ Passa a noite na Cidade, tenho vontade de ver, a Cidade à luz da lua, o castelo a escurecer…”
O nosso Hino é a nossa Cidade…
Obrigada a todas as que fizeram parte deste sonho de acordes
O que importa lembrar é que somos todas ribatejanas de coração e pela canção, e que vamos construindo o nosso castelo…o nosso legado…a boa disposição.
Tuna Cavaleiras de Sellium do Instituto Politécnico de Tomar
O gosto pela música, e a vontade de dignificar a Cidade e o Politécnico de Tomar, tal como o traje académico fez surgir a ideia de uma tuna feminina.
Assim no ano de 2001, um grupo de amigas que ensaiava nas escadas da biblioteca, conseguiram alcançar o “estatuto” de tuna quando subiram a palco pela primeira vez, no dia 18 de Outubro, data que ficou como sendo o nosso aniversário.
O nome da Tuna Feminina Cavaleiras de Sellium do Instituto Politécnico de Tomar, foi escolhido com o intuito de demonstrar as inúmeras facetas históricas da Cidade de Tomar.
Em que “Cavaleiras” é em relação à história mítica dos cavaleiros do templo, mas também é um nome alusivo às cavaleiras das lezírias ribatejanas, em que o nosso traje académico foi buscar a inspiração.
Por outro lado “ Sellium, era o nome pelo qual a Cidade de Tomar era conhecida na época romana.
Parece antagónico misturar nomes que representam épocas tão distintas, mas estas demonstram a importância intemporal da nossa Cidade, sendo este o espírito desta tuna, dignificar e criar laços.
No nosso símbolo está bem patente o laço com a nossa Cidade, em que temos o Castelo de Tomar, que fora construído por cavaleiros do templo com as pedras de “Sellium”.
Esta Tuna já tem muitas histórias para contar, de muitas viagens que fez, e o que prevalece é a vontade de continuar.
Representativo disto é o Festival de Tunas Femininas do Instituto Politécnico de Tomar “Sellium”.
“ Passa a noite na Cidade, tenho vontade de ver, a Cidade à luz da lua, o castelo a escurecer…”
O nosso Hino é a nossa Cidade…
Obrigada a todas as que fizeram parte deste sonho de acordes
O que importa lembrar é que somos todas ribatejanas de coração e pela canção, e que vamos construindo o nosso castelo…o nosso legado…a boa disposição.
A FESTA DE NATAL NO IPT...
ESTA É A CARA DAS CRIANÇINHAS DO AUDITORIO, QUANDO HOJE ÀS 16.30 VIREM AS CALOIRAS DA TUNA A CANTAR MUSICAS DE NATAL...
LEGENDA: OLHA AFINAL O PAI NATAL É UMA MÃE NATAL?
ONDE ESTÁ A RAPARIGA GIRA QUE COSTUMA APRESENTAR A TUNA?
LEGENDA: OLHA AFINAL O PAI NATAL É UMA MÃE NATAL?
ONDE ESTÁ A RAPARIGA GIRA QUE COSTUMA APRESENTAR A TUNA?
Sábado, Dezembro 12, 2009
XVI CELTA
Sexta-feira, Dezembro 11, 2009
Segunda-feira, Dezembro 07, 2009
T.C.S. conquistam Idanha-a-Nova
Sexta-feira, dia 4 de Dezembro, pelas 21h, lá vão elas. 5 de Dezembro, 1h, chegada a terras também templárias.
Depois de uma viagem para "terras distantes", de uma cansativa jornada, a tuna chega ao seu destino! Mas como as Cavaleiras não se cansam, lá foram elas animar as hostes e, claro está, aprofundar o seu conhecimento sobre aquele stand de cor vermelha que se encontrava estacionado à porta do edifício da ESGIN, stand esse que possuía o abençoado líquido com bolhinhas... A noite continuou no Centro 2, onde Cavaleiras e todas as outras tunas da mesma demanda puderam conviver.
Sábado chuvoso... No entanto não foi a humidade que as demoveu dos seus verdadeiros objectivos. Próxima paragem, logo depois do almoço: Lar de Idosos de Idanha-a-Nova. Claro está que foi um dos melhores momentos do festival, onde, com a nossa música, pudemos ver um brilhozinho nos olhos daqueles velhinhos amorosos. Foi um autêntico passacalles dentro do lar, até com serenatas!
Faz-se noite, aproxima-se a hora... Afinar instrumentos e gargantinhas!
22h... Dá-se início ao VII FesTAFIN, organizado pela Adufotuna, Tuna Feminina da Escola Superior de Gestão de Idanha-a-Nova , e pela Associação de Estudantes da mesma escola. Relembramos o I FesTAFIN, onde a T.C.S. ganhou o prémio de Tuna Mais Tuna, e o IV FesTAFIN, conquistando os prémios de Melhor Porta-Estandarte e Melhor Passacalles. Mais uma vez, as Cavaleiras conquistam o FesTAFIN.
Falando de prémios...
Melhor Passacalles - D'artatuna - Tuna Académica Feminina da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco
Melhor Porta-Estandarte - C'a Tuna Aos Saltos - Tuna Médica Feminina da Universidade da Beira Interior
Melhor Pandeireta - C'a Tuna Aos Saltos - Tuna Médica Feminina da Universidade da Beira Interior
Tuna Mais Tuna - Tuna Feminina do IPCA - Barcelos
Melhor Solista - Tuna Cavaleiras de Sellium - Tuna Feminina do Instituto Politécnico de Tomar
Melhor Tuna - Tuna Cavaleiras de Sellium - Tuna Feminina do Instituto Politécnico de Tomar
Foi o resultado de tanto trabalho, de muitos ensaios, de noites "perdidas"...
"Passa a noite na cidade" e vale sempre a pena elevar o nosso espírito, esforço, e dedicação pelo nosso Instituto Politécnico de Tomar, e pela nossa Tuna.
P.S.: Obrigada ao chouriço, ao assador, ao álcool-gel anti gripe A, à Ofélia, ao Fofinho, Xuxu e Cutchi Cutchi (os nossos três guias), às tunas presentes, à organização, à barraca da cerveja, ao moscatel, à jeropiga, ao chazinho, à bolha actimel, às tendas que fizemos, às colunas do Centro 2, e aos amigos que estiveram presentes.
Notícia no Portugaltunas, embora com algumas gafes, nomeadamente o número da edição do festival, que foi o VII e não o VIII, e a referência à noite de serenatas, que não foi a primeira vez que se realizou...
Notícia no Portugaltunas, embora com algumas gafes, nomeadamente o número da edição do festival, que foi o VII e não o VIII, e a referência à noite de serenatas, que não foi a primeira vez que se realizou...
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Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
VII FesTAFIN
E estão todos convidados para aparecerem pela Idanha, e assistir a um grande espectáculo!
Sábado, Novembro 28, 2009
Retiro do "Tamparuere" - Parte V
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